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terça-feira, 27 de março de 2012

Mães que amamentam não dormem menos

Um estudo realizado nos Estados Unidos, e publicado na revista Pediatrics, de dezembro de 2010, aponta: mães que praticam o aleitamento materno dormem um número igual de horas em relação às mães que oferecem leite artificial aos seus bebés.

Não houve diferenças no total de horas dormidas ou na qualidade do sono entre mães que amamentam e aquelas que dão leite artificial aos seus bebés. De entre as prováveis explicações temos o fato das mães que amamentam não despertarem da mesma forma que uma mãe que tem de preparar o biberão, pois podem manter-se no escuro e voltam ao sono profundo mais rapidamente. Além disso, a hormona prolactina, presente no leite materno, pode ter um efeito indutor do sono no bebé.

A ideia de que as mães que optam pelo leite artificial dormem mais durante a noite não passa de um mito. As mães que pensam em deixar de amamentar por acreditarem que irão passar a dormir melhor devem, portanto, desiludir-se. Não só isso não vai acontecer, como estarão a privar o bebé, bem como a si próprias, de todos os benefícios da amamentação exclusiva.


Ler o artigo completo AQUI

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Amamentar reduz risco de derrames e doenças cardíacas

Um estudo americano revelou que as mulheres que amamentam os filhos correm menos risco de sofrer de doenças cardíacas ou derrames.

Os pesquisadores americanos dizem ter verificado que as mulheres que amamentam por mais de um ano estão 1º% menos propensas a sofrer desse tipo de problemas.
Este estudo envolveu 140 mil mulheres já no período pós-menopausa.

«Há anos que sabemos que amamentar é bom para a saúde dos bebés », disse investigadora Eleanor Bimla Schwarz. «Agora sabemos que também é importante para a saúde das mães.»

Link: http://www.destak.pt/artigos.php?art=27819

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Amamentação 'pode aumentar força' do pulmão de bebês

O simples esforço físico feito pelos bebês durante a amamentação pode deixá-los com pulmões mais fortes durante a infância, sugere um estudo realizado por pesquisadores americanos e britânicos.

O estudo, realizado com crianças de dez anos de idade, descobriu que aquelas que haviam sido amamentadas por pelo menos quatro meses tinham um funcionamento muito melhor do pulmão.

A pesquisa, publicada na revista acadêmica Thorax, sugere que diferenças na duração e na mecânica envolvidas na amamentação e no uso da mamadeira podem ser parcialmente responsáveis.

Estudos anteriores já provaram que a amamentação protege bebês de problemas respiratórios no início da vida, mas a relação com a força do pulmão durante a infância é menos clara.

Um total de 1.456 bebês da Ilha de Wight, na Inglaterra, foram acompanhados até completar dez anos de idade.

Um terço deles foi amamentado por pelo menos quatro meses e, em média, essas crianças podiam expirar mais ar de maneira mais rápida depois de inspirar profundamente.

Isso foi verificado mesmo quando as mães tinham asma ou sofriam de outras alergias.

Segundo os pesquisadores da Universidade de Southampton, na Inglaterra, da Universidade do Estado de Michigan e da Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, as razões para esses benefícios não são óbvias.

Estudos anteriores sugerem que substâncias presentes no leite materno podem proteger contra a asma.

Mas os responsáveis pelo atual estudo dizem que as mudanças encontradas no volume do pulmão não são completamente características de uma resposta à asma, sugerindo que outros fatores podem estar em jogo.

Syed Arshad, da Universidade de Southampton, diz que a explicação pode estar no esforço físico necessário para extrair leite do peito.

Segundo o pesquisador, o esforço que os bebês precisavam fazer para mamar no peito era três vezes maior do que o usado com a mamadeira e as sessões de amamentação duravam mais.

"O que nós estamos fazendo é bem parecido com o tipo de exercício que sugerimos para reabilitação pulmonar em pacientes mais velhos", disse Arshad.

"Eu não conheço nenhum outro estudo sugerindo isso", completou.

Se isso for mesmo verdadeiro, mudanças no modelo das mamadeiras poderiam fazer com que elas ficassem mais parecidas com o seio, contribuindo, dessa forma, para que o efeito seja o mesmo.

A equipe entrou um contato com um fabricante de mamadeiras com propostas para criar uma que possa imitar o esforço necessário para amamentar.

Arshad disse que, atualmente, é possível testar o pulmão das crianças, o que significa que um teste para saber se um novo modelo de mamadeira funcionaria poderia ser concluído em um ano.

fonte: O Globo Online

sábado, 19 de julho de 2008

Confirmada relação entre aleitamento materno e desenvolvimento da inteligência


Estudo realizado em 14 mil crianças:

O aleitamento materno prolongado favorece o desenvolvimento cognitivo e a inteligência das crianças, segundo os resultados do maior estudo realizado até à data. O estudo foi publicado na revista norte-americana “Archives of General Psychiatry”.

Vários estudos estabeleceram já uma relação entre o aleitamento materno e o desenvolvimento do cérebro, mas estes resultados, cujos trabalhos foram liderados por Michael Kramer, da Universidade McGill de Montreal, Canadá, constituem o maior estudo alguma vez realizado. Cerca de 14 mil crianças foram seguidas durante seis anos e meio em cerca de trinta hospitais e clínicas da Bielorrússia.

Metade das mães foi exposta a um programa que visava encorajar o aleitamento materno, tendo as outras continuado a receber o habitual acompanhamento pós-natal.

O estudo conclui que o aleitamento materno produz uma subida do Quociente Intelectual das crianças e uma melhoria do seu rendimento escolar, segundo informou a universidade McGill em comunicado. “O nosso estudo constitui a maior prova até hoje de que um aleitamento materno prolongado e exclusivo torna as crianças mais inteligentes” afirmou Kramet, professor de Pediatria, Epidemiologia e Bioestatística na Faculdade de Medicina da Universidade McGill.

20 de Junho de 2008,
in Saúde na Internet, Rede MNI

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Amamentar diminui risco de artrite da mãe, diz estudo

Mesmo com tantas vantagens já conhecidas, continuam sempre a ser descobertos outros benefícios relacionados com a amamentação!

Um estudo realizado por especialistas suecos sugere que mulheres que amamentam por mais de um ano têm chances de desenvolver artrite reumatóide reduzidas pela metade.

A equipe de cientistas da Universidade de Malmo comparou 136 mulheres com artrite com 544 que não apresentavam o problema. Eles perceberam que as que haviam amamentado por 13 meses ou mais tinham metade das chances de desenvolver a doença em relação às que nunca haviam praticado o aleitamento materno. As mulheres que haviam amamentado durante um ano tiveram 25% menos riscos de desenvolver artrite, acrescentaram os especialistas.

Segundo os cientistas, a amamentação libera grande quantidade do hormônio oxitocina, que pode reduzir os níveis de estresse, controlar a pressão sangüínea e proporcionar sensações de bem-estar.
Por outro lado, a amamentação também aumenta a carga de prolactina, estimulando o sistema imunológico e podendo ocasionar, curiosamente, a artrite reumatóide.

Os pesquisadores afirmam que estudos anteriores mostraram que as mulheres têm mais chances de desenvolver artrite logo após dar à luz e, diante dos últimos resultados, acreditam que os riscos são reduzidos com a prática da amamentação e o passar do tempo. Os cientistas não souberam, no entanto, apontar as razões para as conclusões do estudo. "Uma explicação poderia ser de que as mulheres que amamentam levam vidas mais saudáveis. Mas ainda não sabemos com certeza os mecanismos que explicam os benefícios da amamentação a longo prazo contra a artrite", disseram os especialistas.

A artrite é uma doença auto-imune que ocorre quando o corpo ataca as articulações, confundindo-as com corpos estranhos.
O problema afeta mais as mulheres do que os homens. O estudo foi publico na revista especializada Annals of Rheumatic Diseases.

fonte: http://www.globo.com/

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