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terça-feira, 22 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Como lidar com a dor
Esta reportagem não se foca apenas na dor durante o trabalho de parto mas nos vários tipos/situações de dor.
A mente e o corpo, estão, definitivamente ligados e, felizmente, os médicos começam a valorizar esse facto (não se podem limitar a cuidar o corpo e esquecer a mente).
Reparem como a conclusão é algo tão simples como: se reduzirmos a ansiedade e o medo, os níveis de dor serão mais controlados, menos intensos.
Muitas vezes associamos dor a sofrimento, ansiedade, angústia... mas não tem que ser assim. A dor no trabalho de parto é uma dor guia, que nos vai dando indicações (mudar de posição, caminhar, balançar, etc) de forma a que possamos ajudar o bebé a nascer.
A mente e o corpo, estão, definitivamente ligados e, felizmente, os médicos começam a valorizar esse facto (não se podem limitar a cuidar o corpo e esquecer a mente).
Reparem como a conclusão é algo tão simples como: se reduzirmos a ansiedade e o medo, os níveis de dor serão mais controlados, menos intensos.
Muitas vezes associamos dor a sofrimento, ansiedade, angústia... mas não tem que ser assim. A dor no trabalho de parto é uma dor guia, que nos vai dando indicações (mudar de posição, caminhar, balançar, etc) de forma a que possamos ajudar o bebé a nascer.
sábado, 25 de abril de 2009
Posições verticais encurtam trabalho de parto
Estar deitada durante a dilatação prolonga o trabalho de parto em cerca de uma hora, segundo uma revisão de estudos do The Cochrane Collaboration. Mais vantajoso, dizem os investigadores, é que a grávida fique de pé, sentada ou caminhe durante este período.
Foram analisados 21 estudos realizados em países desenvolvidos, desde a década de 60, envolvendo 3706 mulheres. Verificou-se que adoptar posições verticais durante a primeira fase do trabalho de parto (dilatação) retira uma hora ao processo.
«Na maior parte dos países em vias de desenvolvimento, as mulheres podem estar de pé ou caminhar durante a primeira fase do trabalho de parto, sem que isso produza algum efeito secundário», revelou Annemarie Lawrence, do instituto de saúde materno-infantil do hospital de Townsville em Queensland, na Austrália. «Com base nestes resultados, recomendamos que as mulheres sejam encorajadas a escolher a posição que considerarem mais confortável, alertando-as de que devem evitar permanecer deitadas», sublinhou.
Este resultado vai ao encontro das recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) para o parto normal. No documento elaborado pela OMS, a liberdade de posição e movimento durante o trabalho do parto e o estímulo a posições não supinas (deitadas) durante o trabalho de parto e parto são duas das medidas consideradas «úteis e que deviam ser encorajadas».
As posições verticais têm a ajuda da gravidade como vantagem. Alguns estudos têm demonstrado ainda que o facto de se estar deitada durante o trabalho de parto pode levar o útero a comprimir vasos sanguíneos, fazendo com que as contracções sejam menos eficazes.
A mulher passou a estar deitada e imóvel durante o parto com a medicalização do nascimento. A monitorização do feto e das contracções, os toques vaginais e a observação do parto são mais fáceis de realizar pelos profissionais de saúde se a grávida estiver deitada.
Por isso, muitas maternidades portuguesas ainda têm como regra deitar as mulheres a meio da dilatação. No entanto, algumas instituições já permitem a permanência em pé, desde que não exista qualquer complicação e que tal seja solicitado pela mulher.
Texto: Pais&Filhos
Foram analisados 21 estudos realizados em países desenvolvidos, desde a década de 60, envolvendo 3706 mulheres. Verificou-se que adoptar posições verticais durante a primeira fase do trabalho de parto (dilatação) retira uma hora ao processo.
«Na maior parte dos países em vias de desenvolvimento, as mulheres podem estar de pé ou caminhar durante a primeira fase do trabalho de parto, sem que isso produza algum efeito secundário», revelou Annemarie Lawrence, do instituto de saúde materno-infantil do hospital de Townsville em Queensland, na Austrália. «Com base nestes resultados, recomendamos que as mulheres sejam encorajadas a escolher a posição que considerarem mais confortável, alertando-as de que devem evitar permanecer deitadas», sublinhou.
Este resultado vai ao encontro das recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) para o parto normal. No documento elaborado pela OMS, a liberdade de posição e movimento durante o trabalho do parto e o estímulo a posições não supinas (deitadas) durante o trabalho de parto e parto são duas das medidas consideradas «úteis e que deviam ser encorajadas».
As posições verticais têm a ajuda da gravidade como vantagem. Alguns estudos têm demonstrado ainda que o facto de se estar deitada durante o trabalho de parto pode levar o útero a comprimir vasos sanguíneos, fazendo com que as contracções sejam menos eficazes.
A mulher passou a estar deitada e imóvel durante o parto com a medicalização do nascimento. A monitorização do feto e das contracções, os toques vaginais e a observação do parto são mais fáceis de realizar pelos profissionais de saúde se a grávida estiver deitada.
Por isso, muitas maternidades portuguesas ainda têm como regra deitar as mulheres a meio da dilatação. No entanto, algumas instituições já permitem a permanência em pé, desde que não exista qualquer complicação e que tal seja solicitado pela mulher.
Texto: Pais&Filhos
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
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