quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
O vérnix protector do bebé
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Regras de Etiqueta para Visitas a Recém-Nascidos
2. NUNCA, mas MESMO NUNCA, chegue sem avisar. Você pode encontrar a mãe descabelada, desarrumada, às voltas com cuidados com o bebé, e certamente a sua visita nesse horário irá stressá-la bastante.
4. NÃO PEÇA PARA PEGAR NO BEBÉ. Além de você estar trazendo os germes da rua, o que pode preocupar algumas (várias) mães, você corre o risco de ela dizer “não” (com toda a razão) e você ficar sem graça. Também não toque ou beije o bebé, pelo mesmo motivo.
5. SE a mãe permitir e você for segurar o bebé, lave bem as mãos.
6. Não queira acordar o bebé, nem “esticar” a visita até que ele acorde, o que pode prolongá-la indefinidamente e impacientar a mãe. A prioridade é o conforto do bebé, que deve dormir sossegadamente.
7. A visita deve ser curta, no máximo 30 minutos, a menos que expressamente a mãe convide você para ficar. Deixe para colocar as novidades em dia em outra ocasião. Prolongar a visita irá interferir na rotina da casa e perturbar os cuidados com o bebê.
by Melania Amorim
Outras sugestões por Reem Akkad:
* Se estiver doente não vá visitar o recém-nascido
* Insista em dar uma ajuda
* Leve uma coisa útil para oferecer (por exemplo uma refeição ou algo para comer)
* Não faça comentários que possam soar a julgamentos
Continue a ler Aqui.
domingo, 17 de julho de 2011
O Mito do Come e Dorme
Poucos serão os bebés que só querem comer e dormir. Na vida fora da barriga há coisas muito mais interessantes para fazer. E ainda bem. O bebé acabou de nascer. Espalha-se a notícia pelos familiares e amigos. Logo chegam as perguntas da praxe: peso, comprimento, cor do cabelo, e a seguir: «E é bonzinho?» Respondem os pais, orgulhosos: «Sim, uma maravilha, só come e dorme». Ou, caso contrário, os pais respondem, aflitos: «Nem por isso». Claro que é bom que os bebés comam e durmam, mas não é só isso que os bebés sabem fazer.
Espera-se que um recém-nascido durma entre 16 e 18 horas e que coma de três em três horas, mas há bebés que demoram mais a habituar-se às rotinas da vida fora do útero, onde não havia relógios e ninguém mandava em ninguém. Outros nunca se habituam. E isso não é propriamente mau. «O bebé não é um ser monótono, nem é preciso que seja muito sossegado".
Sozinho no berço, o bebé sente-se desamparado e é natural que reclame mais, que chore, que não consiga dormir. Ele quer é colo. Só assim se sentirá seguro.
«Façam o que sentem, façam o que acham que o bebé está a pedir», recomenda Luísa Sotto-Mayor aos pais. E façam-no sem vergonhas, nem complexos. «Muitas mães têm vontade de andar sempre com os bebés ao colo, mas não o fazem porque pensam que estão a habituá-los mal», afirma a enfermeira. Depois desesperam porque ele não pára de chorar no berço. Mas calor humano e aconchego é o que bebés mais precisam. «O bebé chora porque não sabe onde está, nem o que lhe está a acontecer. Ele pensa: mas que é isto? Onde é que eu estou? E a mãe é a melhor pessoa para apresentar o mundo ao bebé, para lhe explicar tudo isto».
Artigo Pais & Filhos, a ler na íntegra aqui.
sábado, 4 de junho de 2011
Dia 7 de Junho - Dia Mundial dos Direitos do Nascimento
Conscientes desde há anos da influencia do nascimento nos seres humanos, queremos lançar uma chamada de atenção a todas as pessoas envolvidas no acolhimento aos bebés no momento em que nascem sobre a importância do vínculo extra-uterino.
Numerosas investigações, feitas nas últimas décadas, têm-nos vindo a alertar acerca das nefastas consequências para o bebé ao ser separado da sua mãe no momento do nascimento e como esse facto afecta a relação entre ambos e condiciona a sua socialização durante toda a vida.
Apesar de desde há decadas profissionais e associações de todo o mundo alertarem sobre as graves consequências que acarretam a separação precoce, na maioria dos hospitais e clínicas continuam a separar-se os bebés das mães de forma rotineira.
Não existem evidências ciêntificas para a necessidade de separar mãe e bebé nesse momento tão importante, que é o Nascimento.
- Primeiro: O bebé tem direito ao reconhecimento da sua capacidade física e emocional, na sua vida intra-uterina e extra-uterina, e especialmente durante a transição entre ambas.
- Segundo: O bebé intra-uterino tem direito a que o bem estar emocional da sua mãe não seja alterado por excesso e abuso de controlo durante a gravidez(1) .
- Terceiro: O bebé e a sua mãe têm direito a que se respeitem o momento, o ritmo, o ambiente e a companhia no parto/nascimento e que o mesmo decorra de forma fisiológica. Um bebé e uma mãe sãos têm direito a não ser tratados como doentes(2).
- Quarto: O bebé e a sua mãe têm direito a intimidade e respeito antes, durante e depois do nascimento/parto (3).
- Quinto: O bebé e a sua mãe têm direito a permanecer juntos nas horas e dias seguintes ao nascimento. Nenhuma observação ou estadia hospitalar justificam a separação de ambos (4).
- Sexto: O bebé tem direito a disfrutar de aleitamento materno "a pedido", pelo menos, durante o primeiro ano. Que durante a sua estadia hospitalar se respeitem os "10 passos da Iniciativa Hospitais Amigos dos Bebés" estabelecidos pela Unicef e pela OMS.
- Sétimo: O bebé tem o direito a ser acompanhado pessoalmente pela sua mãe, como mínimo, durante o primeiro ano. A mãe tem direito a desfrutar de contacto íntimo com o seu bebé sempre que necessário.
- Oitavo: O bebé prematuro tem direito a permanecer junto ao corpo de sua mãe até adquirir peso e condições optimas de saúde. Nenhuma unidade de neonatologia é mais saudável para o bebé que a pele materna (6).
- Nono: O bebé tem direito a permanecer junto ao corpo de sua mãe durante os primeiros meses de vida extra-uterina. O contacto corpo com corpo é vital para instaurar no bebé sugurança e confiança.
- Décimo: O bebé tem direito a que sejam os seus pais, quem, pessoalmente, tomará as decisões e quem procure a informação relacionada com o seu bem estar (4).
- Referências:
(1) Michael Odent. Primal Health. El efecto nocebo del cuidado prenatal.
www.birthpsychology.com/primalhealth
(2) OMS, 1996. Cuidados en el parto normal: una guía práctica.
www.elpartoesnuestro.es/components/com_docman/documents
/Cuidados_parto_normal.pdf
(3) Chalmers B, Mangiaterra V, Porter R, Principios de la OMS sobre cuidado perinatal. Birth 2001; 28: 202-207.
holistika.net/articulo.php?articulo=52002.html
(4) Derechos del niño hospitalizado.
hospitalalassia.com/burocratica/Derechoninosinternado.htm
(5) Iniciativa Hospital Amigo de los niños.
www.ihan.org.es/10pasos.htm
(6) Método madre canguro para reducir la morbimortalidad de neonatos. revisión Cochrane.
www.update-software.com/abstractsES/AB002771-ES.htm
Links:
Plataforma pro Derechos del Nacimiento
Que no os separen!
Documentário Restaurando el Paradigma Original de Nills Bergman
La hora Siguiente al Nacimiento, de Michel Odent
sábado, 23 de abril de 2011
A hora seguinte ao nascimento: Deixem a Mãe e o bebé em Paz!
A hora que se segue ao nascimento é, sem dúvida, uma das fases mais críticas na vida dos seres humanos.O que está envolvido neste momento que torna este período tão crítico e delicado? Porque é tão importante que seja preservado e respeitado?
Eis alguns dos processos envolvidos:
- necessidade repentina de se adaptar à respiração por parte do recém-nascido
- efeitos das hormonas (dão-se tranformações importantes nesta fase que se for perturbada podem ser alteradas)
- vinculação entre mãe-bebé
- início da amamentação
- adaptação metabólica
- adaptação bacteriológica
- processo de termoregulação
- adaptação à gravidade
Conseguem imaginar tudo isto a acontecer tranquilamente enquanto levam o bebé para aspirar, pesar, analisar, vestir, etc...? Será que essa pressa de intervir se justifica em bebés e mães saudáveis? Ou será que afinal se perde demasiado...?
Podem ler mais informação aqui, aqui e aqui.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Disponibilidade Para Amamentar
Gutman, Laura. Livro: A revolucao das maes: o desafío de nutrir aos nossos filho, pg 99-101
Por Laura Gutman
Tradução: Sandra CP.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Porque é que os bebés africanos choram menos que os ocidentais

Ou porque é que complicamos aquilo que é simples...
Ou porque é que o cultural interfere tanto no fisiológico...
Para ler aqui.
quarta-feira, 2 de março de 2011
"Não quer dormir sozinho" por Laura Gutman
É claro que as crianças não querem dormir sozinhas! Não querem, nem devem. Os bebês que não estão em contato com o corpo de suas mães, experimentam um inóspito universo sombrio que os afasta do desejo de bem estar que traziam consigo desde o período em que viviam no ventre amoroso de suas mães. Os recém-nascidos não estão preparados para um salto no escuro: a um berço sem movimento, sem cheiro, sem som, sem sensação de vida.Esta separação do corpo da mãe causa mais sofrimentos do que podemos imaginar e estabelece um contra-senso na relação mãe-filho. Não há nenhum problema em trazer as crianças para nossa cama. Todos estaremos felizes. Basta experimentar e constatar que a criança dorme sorrindo, que a noite é suave e que nada pode ser contraproducente quando há bem-estar. Lamentavelmente as jovens mães desconfiam da própria capacidade de compreender os pedidos dos filhos, que são inconfundivelmente claros. É socialmente aceita a idéia de que satisfazer as necessidades de um bebê o transforma em “mimado”, ainda que obtenhamos na maior parte das vezes o resultado oposto do esperado, já que na medida em que não dormimos com nossos filhos, nem os tocamos, nem os apertamos, eles nos reclamarão mais e mais.
Pensemos que o “tempo” para as crianças pequenas é um momento doloroso e comovente se a mãe não as acode, ao contrário das vivências intra-uterinas, onde toda a necessidade era atendida instantaneamente. Agora, a espera dói. Se as crianças precisam esperar muito tempo para encontrar conforto nos braços de sua mãe, se aferrarão com vigor aos seios, mordendo, ferindo-os ou chorando, assim que consigam este acesso. O medo será a principal companhia, pois saberão que a ausência da mãe voltará a qualquer momento a assombrá-los. As crianças tem o direito de exigir o contato físico, já que são totalmente dependentes dos cuidados maternos. Têm consciência de seu estado de fragilidade e fazem o que toda criança saudável deve fazer: exigir cuidados suficientes para sua sobrevivência. A noite é longa e escura, e nenhuma criança deveria passar por isso sozinha.
Até quando? Até que a criança não precise mais.
Publicado originalmente en la Newsletter de Marzo de 2011
http://www.lauragutman.com/newsletter/laura_gutman_mar11.html
Tradução livre de Bianca Balassiano Najm
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Porquê adiar a introdução dos sólidos até aos 6 meses?

No entanto, perguntam-me sempre muitas vezes o porquê desta recomendação (sobretudo mães que estão a ser pressionadas pela família, por vezes até pelo pediatra, para iniciar a alimentação complementar antes dos 6 meses).
Porque é importante o aleitamento materno exclusivo até os seis meses (ou até o bebé mostrar os sinais de que está preparado)?
Há várias razões:
Em primeiro lugar porque confere ao bebé uma maior protecção imunológica (a protecção mantém-se por todo o tempo que durar amamentação mas tem mais efeitos enquanto for exclusiva).
Porque se estima que 6 meses é o tempo que o sistema digestivo do bebé necessita para amadurecer completamente e poder tolerar outros alimentos, evitando desta forma reacções, tais como gases, obstipação e outros problemas digestivos.
Até mesmo ao nível do desenvolvimento motor, um bebé de 6 meses já conseguirá mostrar que está preparado para receber outros alimentos, sendo capaz de sentar-se melhor, recusando quando não quer mais alimento e agarrando a comida com as próprias mãos para levar à boca.
Amamentar em exclusivo até aos 6 meses também diminui os riscos de reações alérgicas aos alimentos e de eventuais carências de ferro.
Por outro lado, amamentar em exclusivo até aos 6 meses garante uma boa produção de leite na mãe durante mais tempo (num período em que ainda é fundamental para o desenvolvimento do bebé).
http://www.kellymom.com/nutrition/solids/delay-solids.html
http://www.homemade-baby-food-recipes.com/babys-first-foods.html
http://www.babygooroo.com/index.php/2010/03/04/when-can-i-introduce-solids/
http://www.babygooroo.com/index.php/2009/08/27/balancing-your-baby%E2%80%99s-need-for-solid-foods-and-breastmilk/
http://www.askdrsears.com/html/3/t032000.asp
http://www.got-breastmilk.org/Whydelay.shtml
domingo, 31 de outubro de 2010
sábado, 16 de outubro de 2010
Sobre as Cólicas dos bebés
“Si quieres decir que tu hija especialmente por las tardes, pide brazos y pecho casi constantemente, y que tenerla en brazos y pasearla arriba y abajo es la única manera de que esté tranquila, y que si la dejas un momento en la cuna se pone a llorar, entonces es totalmente normal.
Puedes llamarle cólico o como quieras, pero es normal.
Los niños necesitan estar en brazos 24 horas al día y más aún si han estado ingresados al nacer. Y no hay que buscarle ninguna solución, porque ya está solucionado: en brazos no llora (casi).
Si lo que quieres decir es que, a pesar de estar toda la tarde y casi toda la mañana en brazos, a pesar de dormir con su madre y tomar el pecho a demanda, a pesar de cantarle y acariciarla y pasearla y hacerle cosquillitas en la barriga, se pasa la tarde llorando (no llorar un poco o protestar, todos los niños lloran, sino llorar a todo pulmón durante tres horas de reloj seguidas, sin que nada de lo que hagáis pueda consolarla), entonces sí que le llamo yo “cólico”, y habría que pensar en alergias o en otros problemas.
Pero lo otro es normal, y no hay motivo para pensar en alergias ni en ninguna otra enfermedad. En todo caso, si fuera alergia no sería a la leche de vaca, porque entonces, al tomar biberón se pondría muchísimo peor que al mamar.
La principal causa del “cólico”, del llanto excesivo en la infancia, no es orgánica, sino psicológica. Es la falta de contacto físico, la ausencia de la madre, la soledad, la falta de respuesta a las necesidades. Los pueblos que llevan a los bebés colgados a la espalda todo el día ni siquiera tienen una palabra para hablar del “cólico”.
No me parece bien dar medicamentos a los niños sanos. Ni medicamentos de la farmacia, son sólo para los enfermos.
Los cientos de medicamentos que a lo largo de la historia se han recomendado para el cólico se han basado en la creencia de que existe una enfermedad subyacente, y según cuál creas que es esa enfermedad, así es el medicamento.
Los que creen que el cólico se debe a los gases, antes mandaban “carminativos”, substancias a las que se atribuía la propiedad de eliminar o expulsar los gases, y más modernamente mandan antiespumantes (tipo aerored).
Los que creen que al niño le duele algo, mandan analgésicos. Los que creen que lo que tiene es cuento y ganas de fastidiar, mandan sedantes o somníferos: barbitúricos, valium, alcohol, anís, tila, hinojo, opio, alimemazina (un antipsicótico, muy usado en España para el cólico…).
Los barbitúricos para el cólico estuvieron en el mercado en España hasta finales de los 80, y desde luego iban de fábula. El opio es un remedio popular desde hace dos siglos. El alcohol todavía lo he visto recomendado en libros americanos serios. El anís, hinojo y comino actúan mediante su principio activo anetol, un depresor neurológico, que produce según la dosis somnolencia, convulsiones y coma. Se han visto muchos casos de intoxicación en bebés, incluso un par de casos en que era la madre la que lo tomaba. En esos casos, lógicamente se intoxicaron también las madres. Porque es imposible tratar a un niño dándole el medicamento a la madre que lacta, a menos que a la madre le des una dosis muy superior a la normal para un adulto.
Ignoro qué composición tiene el Colikind homeopático y cuál es su pretendido mecanismo de acción. En todo caso: a) me juego un café a que no hay ningún estudio científico decente que demuestre su eficacia; b) no es verdaderamente homeopático, puesto que los homeópatas no tratan enfermedades, sino enfermos: necesitan una larga entrevista y exploración para llegar a un diagnóstico, y no darían el mismo medicamento a cualquier niño que tenga “cólico” sin mirarlo siquiera; y c) o es eficaz o no lo es. Si no es eficaz, mejor no darlo, porque los niños pequeños deben tomar lactancia materna exclusiva, e incluso el agua con que se tragan un medicamento ya está empeorando su nutrición. Si es eficaz, ¿cómo actúa? ¿elimina gases, aumentando el peristaltismo intestinal? ¿actúa sobre el dolor, es un analgésico? ¿ayuda al niño a dormir, es un somnífero? ¿actúa sobre el estado mental del niño, es un psicofármaco?
Es posible que alguno de estos medicamentos estuviera justificado en el caso de un niño que sigue llorando varias horas al día, a pesar de todos los intentos por consolarle, y en el que no se pudiera descubrir una enfermedad concreta. Nunca he visto un caso así, aunque supongo que alguno habrá entre tantos miles de millones de personas.
Pero, en la práctica, estos medicamentos (incluyo los homeopáticos y las hierbas) se usan para niños que llorarían si les dejasen en la cuna, pero que están contentos cuando están en brazos. Y cuando se dice que han funcionado muy bien, que han sido efectivos, queremos decir que ahora sí que se le puede dejar en la cuna sin que proteste, que ya no hace falta tenerle en brazos. Se han usado para escamotearle al niño lo que es su derecho de nacimiento, para reducirle a la soledad y al silencio.
La madre, en principio, lo mejor es que coma lo que quiera. Puede que algún alimento concreto, por su sabor, moleste a algún niño concreto, y entonces ya lo irá viendo. Pero no se pueden dar listas de alimentos prohibidos para todas las madres.
Suerte.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
New Beginnings: Issue 2/2010
Vejam aqui.
Deixo-vos também outros dois números mais antigos que podem ler aqui e aqui.
domingo, 2 de maio de 2010
Pediatra Carlos Gonzalez responde às questões das mães
Já coloquei alguns tópicos no nosso fórum, de temas que achei interessantes e que suscitam frequentemente dúvidas.
É sempre útil ler a opinião deste médico que muito admiro, já que nos transmite, além do ponto de vista médico, uma visão muito humana, práctica e de senso comum, adaptada à nossa natureza de mamíferos (muitas vezes esquecida!).
* Carlos Gonzalez é pediatra, de nacionalidade espanhola, especialista, defensor e promotor da amamentação. É fundador e presidente da Asociación Catalana Pro Lactancia Materna e autor de diversos livros - "Bésame mucho", "Mi nino no me come", "Un regalo para toda la vida".
Recentemente editou o seu último livro "Entre tu pediatra y tú" (Ed.Temas de Hoy), que é uma selecção de perguntas e respostas sobre as preocupações quotidianas dos pais.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
in "Besame Mucho", Carlos Gonzalez
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
O QUE UM BEBÉ ESPERA DA VIDA

Os bebés não são totalmente dependentes. São bastante capacitados para fazer face ao mundo em que “esperam” vir a nascer. Quando lhes mudamos o mundo, dificultamos-lhes a vida. Pode não querer viver com o seu bebé numa caverna, mas é útil saber o que ele “espera” do início de vida.
DURANTE O NASCIMENTO, espera não ter de sofrer os efeitos de medicamentos. As drogas que a afectam durante apenas algumas horas poderão causar problemas ao bebé durante dias, dificultando a amamentação com a frequência e eficácia normais. Se está a tentar decidir qual a medicação que deve tomar, lembre-se que a sua decisão pode afectar muito mais do que o nascimento do bebé.
ASSIM QUE NASCE, o bebé espera poder ficar consigo. Após ter passado algum tempo em contacto com a sua pele, a habituar-se a respirar, a ver e a ouvir, começará a pensar na sua primeira refeição, e poderá até rastejar ao ”estilo dos comandos” até ao seu peito, encontrar o mamilo, agarrar-se ao mesmo e mamar durante bastante tempo, sem a ajuda de ninguém. Se for levado para ser lavado e medido antes da primeira amamentação, ou se tiver de reagir a medicamentos, poderá não conseguir executar essas tarefas e as suas próprias respostas instintivas em relação a ele mudarão. A amamentação resulta perfeitamente em qualquer situação de nascimento, mas será mais fácil e mais emocionante para ambos se tiverem tempo para fazê-lo até terminar a primeira mamada.
DEPOIS DE MAMAR pela 1ª vez, o bebé espera poder dormir uma longa soneca ao seu lado ou nos seus braços. Ela ouviu o seu coração e a sua respiração e sentiu o seu calor toda a vida dela e na realidade ela terá um batimento cardíaco e uma respiração mais calmas se estiver em contacto consigo. Poderá até dormir mais do que o pessoal hospitalar deseja. Eles querem assegurar-se que está tudo bem antes de ter alta, pelo que poderá ter de fazer um esforço e encorajar o bebé a mamar frequentemente, no início. Mas, em breve, o bebé acordará por si, mamará e parará quando estiver satisfeito, tal como qualquer recém-nascido.
EM CASA, o bebé espera ficar perto de si. Todos os mamíferos têm uma forma de se protegerem: velocidade, camuflagem, segurança por pertencer a um grupo. Os bebés sentem-se protegidos quando pegados ao colo. O bebé sentir-se-á mais seguro e calmo quando estiver perto de si, onde os tigres não o poderão comer e as formigas não poderão andar por cima dele. Ele espera estabelecer um ritmo próprio, provavelmente mamar com mais frequência do que imaginou, terminar de mamar num peito antes de começar no outro, e talvez não mamar nos dois em cada mamada. Espera que você responda rapidamente aos seus sons e espera não ter de chorar para obter o que precisa. Espera poder estar perto de si à noite e durante o dia, e provavelmente dormirá melhor se estiver ao seu lado.
O seu bebé “espera” poder estar nos seus braços e “espera” que o ouça, não a um relógio ou a um livro de instruções. Se corresponder às expectativas dele, terá um bebé mais feliz. E isso significa uma vida em conjunto mais feliz.
©2000 Diane Wiessinger, MS, IBCLC 136 Ellis Hollow Creek Road Ithaca, NY 14850
Fonte: http://www.naturkinda.com/
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Falsa obstipação
Um dos temas que mais preocupa os recém-pais é a frequência dos cocós do bebé. Por isso achei útil clarificar o mito da obstipação nos bebés amamentados em exclusivo (ou seja, alimentados apenas de leite materno, sem introdução de suplementos ou outros alimentos).É importante dizer que os bebés amamentados em exclusivo podem passar períodos de vários dias, sem fazer cocó e isso é normal.
O indicador que temos que observar é a consistência das fezes. Caso as fezes sejam semi-líquidas ou moles/pastosas, não é considerada obstipação. Aliás, é chamada precisamente "falsa obstipação".
A obstipação não se caracteriza pela frequência das fezes, mas sim pela sua consistência. Um bebé só está obstipado se eliminar fezes duras e secas.
Acontece porque nalguns períodos de crescimento, o leite materno é absorvido practicamente na íntegra, sem deixar resíduos para o organismo eliminar.
Se for esse o caso: bebé amamentado em exclusivo que passa vários dias sem fazer cocó mas quando faz é mole, continua a aumentar de peso e não mostra sinais de desconforto, não é preciso fazer nada. Está tudo bem e é uma situação normal!
É frequente ver mães super-preocupadas porque o bebé não faz cocó há 2, 3 dias. Estes pais, além de ficarem em stress (emoção que se transmite com facilidade ao bebé) sujeitam os seus filhos a uma série de "tratamentos" que podem ser bastante desconfortáveis - e nalguns casos dolorosos - (bebegel, supositórios, chás, laxantes infantis, estimulação do ânus com termómetro...) sendo que alguns podem ser também irritantes para o intestino do bebé e causar cólicas.
"Dejecções - Durante o primeiro mês costumam ser muito frequentes, após cada uma das mamadas e, às vezes, entre elas; alguns bebés fazem mais de 20 dejecções por dia. Entre os 2 e os 4 meses tornam-se mais escassas, chegando quase todos os bebés com aleitamento materno a fazer uma só vez a cada 2 a 4 dias, ou alguns a cada 8, 10 ou mais dias. Alguns lactentes saudáveis chegam a ficar 30 dias sem defecar. Quando por fim fazem é de consistência normal, semilíquida ou pastosa. Portanto, NÃO é obstipação e não deve fazer-se absolutamente nada (não dar sumos, nem chás, nem ervas, nem supositórios, nem estimular o ânus com um termómetro...). A obstipação não se caracteriza pela frequência das fezes, mas sim pela sua consistência. Um bebé só está obstipado se eliminar umas bolas duras e secas.Esta falsa prisão de ventre do lactente é tão frequente e, provoca tanta preocupação às mães (e tanto sofrimento aos bebés, submetidos a tratamentos inúteis), que nos parece necessário informar repetidamente as grávidas e as mães de recém-nascidos.(...)" - "Manual Pratico do Aleitamento Materno" . Carlos Gonzalez
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Quercus apela ao uso de fraldas não descartáveis
Amigas do ambiente e dos bebés e mais baratas. Estes são os principais argumentos da associação ambientalista Quercus para convencer os portugueses a abandonarem as fraldas descartáveis, que já representam cerca de cinco por cento do lixo urbano.terça-feira, 21 de julho de 2009
Banho de Balde
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Mais sobre o choro dos bebés
Há milhares de anos que o Homem usa essas técnicas de forma instintiva mas as exigências da sociedade ocidental, fizeram com que, de alguma forma elas se fossem perdendo.
Hoje em dia voltaram a ser valorizadas pelos especialistas e podemos comprovar facilmente que nos países onde estas técnicas ainda são usadas habitualmente, os bebé choram um número consideravelmente inferior de horas e não sofrem de cólicas.
A forma mais eficaz de simular o ambiente uterino, prevenir episódios de choro e evitar as cólicas é carregar o bebé.
Seja num pano, num sling ou noutro porta-bebés, os estudos indicam, sem margem para dúvidas, que os bebés carregados ao colo choram consideravelmente menos. Daí a famosa frase associada ao babywearing que aconselha nine in, nine out.
Ao ser carregado o bebé é suavemente embalado pelos movimentos da mãe (tal como o era durante o período da gestação) é aquecido pelo calor da mãe[1], tal como o era no útero, ouve a sua voz, o som do seu coração e outros sons que lhe são famíliares do ambiente uterino no qual viveu durante nove meses.
Ao colo, o bebé tem a possibilidade de olhar para o mundo de um ângulo que um carrinho, por exemplo, não permite.
Com os olhos practicamente ao nível dos da sua mãe, o bebé distrai-se facilmente a observar tudo o que o rodeia. A mãe (ou a pessoa que carrega o bebé) tem ainda a vantagem de ficar com as mãos livres para realizar outras tarefas.
Ao enfaixar o bebé (envolvê-lo num pano/manta de forma a que fique bem aconchegado) podemos também simular os limites, o aconchego e o calor do ventre materno.
O famoso método do Dr Harvey Karp consiste precisamente no enfaixamento do bebé, ao mesmo tempo que o embalamos e simulamos alguns dos sons que o bebé estaria habituado a ouvir na barriga da sua mãe (uma espécie de "Chhh, chhh, chhh" que já as nossas avós usavam).
Se virmos bem, ao carregar um bebé no pano, o efeito é practicamente idêntico, já que ao encostarmos o bebé ao nosso peito ele vai continuar a ouvir os sons da mãe (do bater do coração, dos intestinos...)
Ao amamentar também estamos, de certa forma, a manter intacto o cordão umbilical com o bebé.
Tal como no ventre, o bebé amamentado não precisa de esperar para ser alimentado, basta abrir a boca e procurar (a mãe que está próxima do bebé facilmente aprende a "ler" os seus sinais). O leite materno está à temperatura ideal (a temperatura da mãe) e tem um sabor parecido com o já familiar líquido amniótico, que engloba uma mistura de sabores única dada pela dieta habitual da mãe.
Já aqui tinha referido noutras ocasiões que o choro é um sinal de fome tardio, como tal, não devemos deixar que um bebé chegue a esse ponto para o alimentar. Um bebé que chora com fome é porque já mostrou outros sinais de fome há algum tempo.
Uma das maneiras de evitar que isto aconceça é manter a proximidade com o bebé, de dia e de noite.
* Carregar o bebé num sling ou pano
* Dançar com o bebé
* Baloiçar com o bebé
* Dar uma volta de carro
* Levar o bebé a dar um passeio
* Amamentar o bebé em pé (andando ou baloiçando)
* Deixar o bebé sugar para o confortar: dar de mamar, dar um dedo para o bebé chuchar
* Musica, cd´s de sons para bebés, que imitam os sons do útero e das batidas de coração
* Gravar o bebé a chorar e deixá-lo ouvir o seu próprio som
* O barulho dos relógios
* Cantar para o bebé
* Fazer barulhos "diferentes" para chamar a atenção do bebé, por exemplo mexer num saco de plástico ou amachucar papel
* O som da água a correr
* Os sons repetitivos de alguns aparelhos que fazem lembrar ao bebé os sons uterinos: aspirador, máquina de lavar loiça/roupa, ventoinha, etc.
* Mostrar um espelho ao bebé
* As chamas de uma lareira ou outras luzes chamativas (ex. árvore de Natal)
* Olhar para os carros a passar
* Deitar o bebé sobre o nosso peito/barriga de forma a que ele consiga ouvir o som do nosso coração (pode-se usar um pano para esse efeito)
* Um banho morno (pode ser assim)
* Se o choro persistir, apesar de se usarem os métodos acima descritos, observar a alimentação da mãe: estará a "abusar" de algum tipo de alimento? bebe muito leite de vaca? introduziu ultimamente um alimento diferente do habitual? fuma? Se o bebé for alimentado a biberão pode ser necessário trocar de leite
* Muitas vezes é útil ajudar a resolver o stress dos pais de um bebé que chora muito. Além de ser uma situação muito desgastante, essa ansiedade passará para o bebé e poderá formar-se ali um ciclo de tensão dos pais para o bebé e vice-versa
* Tente criar um ambiente o mais tranquilo possível não só para o bebé mas também para os pais
Faça o que fizer, nunca abane o seu bebé!
Sei que cuidar de um bebé que chora muito, principalmente quando temos muito cansaço acumulado com poucas horas de sono, pode ser desesperante. Mas lembre-se que quando alguém está desesperado pode agir de forma impulsiva e com mais força do que teria intenção de fazer.
Abanar ou sacudir o bebé com força pode causar danos irreversíveis (Síndrome do Bebé Sacudido) por isso mantenha sempre em mente esta informação.
Nota: Apesar de todas as indicações aqui descritas, quando um bebé chora durante 2 horas ou mais, ininterruptamente (apesar de se terem feito esforços para o consolar) ou quando o choro é acompanhado de outro sintoma (vómitos, febre, diarreia, etc) torna-se necessário recorrer a um médico para que possa ser observado.
As mães que carregam os bebés adaptam a sua própria temperatura corporal segundo as necessidades do bebé. Por exemplo, se o bebé tiver febre, a temperatura da mãe baixa de forma a compensar o excesso de calor. Se pelo contrário, o bebé tiver frio, a temperatura da mãe sobe ligeiramente para transmitir esse calor para o seu filho.
segunda-feira, 30 de março de 2009
Mais sobre o choro dos bebés
Há milhares de anos que o Homem usa essas técnicas de forma instintiva mas as exigências da sociedade ocidental, fizeram com que, de alguma forma elas se fossem perdendo.
Hoje em dia voltaram a ser valorizadas pelos especialistas e podemos comprovar facilmente que nos países onde estas técnicas ainda são usadas habitualmente, os bebé choram um número consideravelmente inferior de horas e não sofrem de cólicas.
A forma mais eficaz de simular o ambiente uterino, prevenir episódios de choro e evitar as cólicas é carregar o bebé.
Seja num pano, num sling ou noutro porta-bebés, os estudos indicam, sem margem para dúvidas, que os bebés carregados ao colo choram consideravelmente menos. Daí a famosa frase associada ao babywearing que aconselha nine in, nine out.
Ao ser carregado o bebé é suavemente embalado pelos movimentos da mãe (tal como o era durante o período da gestação) é aquecido pelo calor da mãe[1], tal como o era no útero, ouve a sua voz, o som do seu coração e outros sons que lhe são famíliares do ambiente uterino no qual viveu durante nove meses.
Ao colo, o bebé tem a possibilidade de olhar para o mundo de um ângulo que um carrinho, por exemplo, não permite.
Com os olhos practicamente ao nível dos da sua mãe, o bebé distrai-se facilmente a observar tudo o que o rodeia.
Ao enfaixar o bebé (envolvê-lo num pano/manta de forma a que fique bem aconchegado) podemos também simular os limites, o aconchego e o calor do ventre materno.
O famoso método do Dr Harvey Karp consiste precisamente no enfaixamento do bebé, ao mesmo tempo que o embalamos e simulamos alguns dos sons que o bebé estaria habituado a ouvir na barriga da sua mãe (uma espécie de "Chhh, chhh, chhh" que já as nossas avós usavam).
Se virmos bem, ao carregar um bebé no pano, o efeito é practicamente idêntico, já que ao encostarmos o bebé ao nosso peito ele vai continuar a ouvir os sons da mãe (do bater do coração, dos intestinos...)
Ao amamentar também estamos, de certa forma, a manter intacto o cordão umbilical com o bebé.
Tal como no ventre, o bebé amamentado não precisa de esperar para ser alimentado, basta abrir a boca e procurar (a mãe que está próxima do bebé facilmente aprende a "ler" os seus sinais). O leite materno está à temperatura ideal (a temperatura da mãe) e tem um sabor parecido com o já familiar líquido amniótico, que engloba uma mistura de sabores única dada pela dieta habitual da mãe.
Já aqui tinha referido noutras ocasiões que o choro é um sinal de fome tardio, como tal, não devemos deixar que um bebé chegue a esse ponto para o alimentar. Um bebé que chora com fome é porque já mostrou outros sinais de fome há algum tempo.
Uma das maneiras de evitar que isto aconceça é manter a proximidade com o bebé, de dia e de noite.
* Carregar o bebé num sling ou pano
* Dançar com o bebé
* Baloiçar com o bebé
* Dar uma volta de carro
* Levar o bebé a dar um passeio
* Amamentar o bebé em pé (andando ou baloiçando)
* Deixar o bebé sugar para o confortar: dar de mamar, dar um dedo para o bebé chuchar
* Musica, cd´s de sons para bebés, que imitam os sons do útero e das batidas de coração
* Gravar o bebé a chorar e deixá-lo ouvir o seu próprio som
* O barulho dos relógios
* Cantar para o bebé
* Fazer barulhos "diferentes" para chamar a atenção do bebé, por exemplo mexer num saco de plástico ou amachucar papel
* O som da água a correr
* Os sons repetitivos de alguns aparelhos que fazem lembrar ao bebé os sons uterinos: aspirador, máquina de lavar loiça/roupa, ventoinha, etc.
* Mostrar um espelho ao bebé
* As chamas de uma lareira ou outras luzes chamativas (ex. árvore de Natal)
* Olhar para os carros a passar
* Deitar o bebé sobre o nosso peito/barriga de forma a que ele consiga ouvir o som do nosso coração (pode-se usar um pano para esse efeito)
* Um banho morno (pode ser assim)
* Se o choro persistir, apesar de se usarem os métodos acima descritos, observar a alimentação da mãe: estará a "abusar" de algum tipo de alimento? bebe muito leite de vaca? introduziu ultimamente um alimento diferente do habitual? fuma? Se o bebé for alimentado a biberão pode ser necessário trocar de leite
* Muitas vezes é útil ajudar a resolver o stress dos pais de um bebé que chora muito. Além de ser uma situação muito desgastante, essa ansiedade passará para o bebé e poderá formar-se ali um ciclo de tensão dos pais para o bebé e vice-versa
* Tente criar um ambiente o mais tranquilo possível não só para o bebé mas também para os pais
Faça o que fizer, nunca abane o seu bebé!
Sei que cuidar de um bebé que chora muito, principalmente quando temos muito cansaço acumulado com poucas horas de sono, pode ser desesperante. Mas lembre-se que quando alguém está desesperado pode agir de forma impulsiva e com mais força do que teria intenção de fazer.
Abanar ou sacudir o bebé com força pode causar danos irreversíveis (Síndrome do Bebé Sacudido) por isso mantenha sempre em mente esta informação.
Nota: Apesar de todas as indicações aqui descritas, quando um bebé chora durante 2 horas ou mais, ininterruptamente (apesar de se terem feito esforços para o consolar) ou quando o choro é acompanhado de outro sintoma (vómitos, febre, diarreia, etc) torna-se necessário recorrer a um médico para que possa ser observado.
As mães que carregam os bebés adaptam a sua própria temperatura corporal segundo as necessidades do bebé. Por exemplo, se o bebé tiver febre, a temperatura da mãe baixa de forma a compensar o excesso de calor. Se pelo contrário, o bebé tiver frio, a temperatura da mãe sobe ligeiramente para transmitir esse calor para o seu filho.
